FIV Bovinos Corte

Sobre a Fertilização In Vitro

A fertilização in vitro é, atualmente, a ferramenta de multiplicação animal mais eficiente para se fazer melhoramento genético bovino. A partir da seleção das melhores matrizes do rebanho (doadoras), acasalandas com touros top disponíveis no mercado, é possível produzir embriões em larga escala e transferi-los nas demais fêmeas do rebanho (receptoras), obtendo-se um volume muito maior de animais superiores nascendo a cada geração.

Benefícios da FIV em rebanhos de corte

Veja como a FIV pode contribuir para melhorar a eficiência em rebanhos de corte.


  • UTILIZAÇÃO DE SÊMEN SEXADO

  • Com a utilização de sêmen sexado na FIV, obtém-se em média 85% de nascimento de animais do sexo desejado. Esta alternativa pode contribuir para a reposição de matrizes e/ou com a produção de tourinhos de alto valor genético para servir rebanhos comerciais.

  • PRODUÇÃO DE TOURINHOS

  • Com a utilizando de sêmen sexado na FIV, é possível produzir um maior número de machos (tourinhos) com alto valor genético, atendendo a demanda do rebanho e agregando maior valor pela venda de animais superiores.

  • REPOSIÇÃO DE MATRIZES

  • Selecionando as melhores fêmeas do plantel - para características como conversão alimentar, fertilidade, precocidade, qualidade de carcaça - e utilizando sêmen sexado de touros top, é possível produzir matrizes de alto potencial genético, garantindo assim a qualidade dos produtos das próximas gerações.

  • RECEPTORAS

  • A utilização de receptoras é outro diferencial usufruído por criadores que utilizam a FIV. Os embriões produzidos in vitro podem ser transferidos em receptoras (barrigas de aluguel), que apenas desempenharão o papel de gestar o embrião até o seu nascimento. Desta forma, as principais doadoras do plantel ficam disponíveis durante um maior tempo para a aspiração.

  • DIMINUIÇÃO DO TEMPO DE ABATE

  • Ao multiplicar a melhor genética do plantel, o produtor também estará desenvolvendo as futuras gerações do seu rebanho. Como resultado, colherá em sua progênie animais mais eficientes, capazes de encurtar o ciclo da pecuária chegando cada vez mais cedo ao ponto de abate.

  • DILUIÇÃO DOS CUSTOS COM SÊMEN

  • No gado de leite, a FIV permite produzir em média 30 embriões com uma dose de sêmen. Esta otimização viabiliza aos criadores a utilização dos melhores touros do mercado, gerando uma considerável diluição do custo da genética do macho.

Congelamento de embriões FIV

Veja abaixo, alguns momentos onde os embriões congelados podem ser utilizados para contribuir para maior eficiência ao produtor


  • ESTOQUE ESTRATÉGICO DE EMBRIÕES (ESTAÇÃO DE MONTA)

  • O Congelamento de embriões pode ser utilizado estrategicamente por produtores de corte que realizam a reprodução durante um período definido (estação de monta). Neste caso, é possível produzir e congelar embriões das melhores doadoras durante todo o ano, para transferi-los na estação de monta, obtendo um maior número de descendentes dos melhores animais do plantel.

  • VENDA DE GENÉTICA

  • A venda de genética tornou-se uma nova fonte de renda para o produtor. Desta forma, os embriões congelados se tornam uma alternativa atraente, pois permitem manter um estoque genético para atender com maior agilidade as demandas do mercado.

  • PRODUÇÃO ACIMA DO ESPERADO

  • Algumas vezes o volume de embriões produzidos é superior ao volume de receptoras sincronizadas. Neste momento o congelamento é indicado para evitar o descarte desses embriões de alto valor genético.

  • PRODUÇÃO ABAIXO DO ESPERADO

  • Em alguns momentos durante o ano, o grupo de doadoras pode apresentar uma queda no volume de oócitos. Isso pode ocorrer por diversos motivos, como: stress térmico, curto intervalo entre aspirações, picos de produção e até mesmo por alguma deficiência nutritiva ou sanitária que o animal esteja enfrentando. Desta forma, os embriões congelados podem servir para complementar as transferências, quando o volume de embriões a fresco é inferior ao volume de receptoras sincronizadas.

Etapas do processo de FIV

A reprodução via fertilização in vitro é realizada nas seguintes etapas:


  • SINCRONIZAÇÃO DAS RECEPTORAS

  • A sincronização é realizada a partir de um protocolo hormonal e tem como objetivo iniciar uma nova onda folicular para que todas as fêmeas apresentem cio no mesmo dia. Os animais que corresponderem ao protocolo, estarão aptos para a transferência de embriões. Em fazendas com grande volume de animais, a transferência pode ser realizada utilizando cio natural.

  • ASPIRAÇÃO FOLICULAR DAS DOADORAS

  • A aspiração ocorre aproximadamente 7 dias após a sincronização e deve ser realizada nos melhores animais do rebanho. Os oócitos obtidos na aspiração são levados para o laboratório IVB onde ocorrerá a fertilização in vitro.

  • FERTILIZAÇÃO IN VITRO (FIV)

  • Após aspirados, o oócitos passam por um processo de maturação até o momento da FIV. Nesta etapa, o produtor de leite pode optar por utilizar sêmen sexado, obtendo em média 85% de fêmeas. Após fertilizados, os embriões são mantidos em incubadoras com oxigênio controlado por 7 dias, após esse período, podem ser transferidos ou congelados.

  • TRANSFERÊNCIA DE EMBRIÕES

  • Nesta etapa, o veterinário IVB realiza uma avaliação das receptoras sincronizadas e então transfere os embriões nos animais que corresponderam ao protocolo de sincronização e, portanto, apresentaram cio.

  • DIAGNÓSTICO DE GESTAÇÃO

  • Trinta dias após a transferência dos embriões é realizado o diagnóstico de gestação. Neste momento, as fêmeas que estiverem vazias podem ser submetidas a um novo protocolo de sincronização e posteriormente receber outro embrião.

  • DIAGNÓSTICO DE SEXAGEM

  • Aos 60 dias de gestação, o veterinário IVB realiza o diagnóstico de sexagem, onde é feita a confirmação da prenhez e a verificação do sexo do feto. As fêmeas que estiverem vazias podem ser submetidas a um novo protocolo de sincronização e posteriormente receber outro embrião.

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